A Suprema Corte aborda novamente a questão da perícia que cita estudos não incluídos nos autos: a sentença 15486/2025 anula com remessa a decisão de Turim e distingue nitidamente entre a utilizabilidade da prova e a mera confiabilidade das conclusões periciais, oferecendo valiosas coordenadas operacionais a defensores, PM e juízes de mérito.
A Suprema Corte, com a sentença n. 16431/2025, esclarece que a extinção do crime pelo decurso dos prazos ex art. 460, comma 5, c.p.p. anula todos os efeitos penais, incluindo a reincidência: um aprofundamento sobre as implicações práticas para acusados e defensores.
A Corte de Cassação, com a decisão n. 16414/2025, reitera que no julgamento de apelação não é necessário afastar toda dúvida razoável: é suficiente oferecer uma leitura diferente e plausível dos fatos para que a condenação de primeiro grau possa ser reformada em sentido absolutório.
A Corte de Cassação, com a sentença n. 16411 de 2025, esclarece que a falta de notificação ao defensor de confiança da audiência oral de apelação, solicitada por outra parte, determina nulidade absoluta ex arts. 178 e 179 c.p.p., irrelevante a presença do substituto ex art. 97 c.4 c.p.p.
A Cassação, com a Sentença nº 20308/2025, esclarece que a omissão do aviso sobre a faculdade de aceder à justiça restaurativa no decreto de citação em apelação não comporta nulidade do ato. Uma análise das implicações desta decisão, que qualifica a ausência como mera inadimplemento informativo sem impacto sobre a 'vocatio in ius'.
Uma análise aprofundada do acórdão nº 20138/2025 da Cassação Penal, que equipara os Bitcoins a 'coisas móveis' para fins penais, esclarecendo a aplicabilidade do crime de apropriação indébita às criptomoedas. Descubra as implicações legais para investidores e operadores no mundo digital e como a justiça se adapta aos novos desafios tecnológicos.
Exploramos a recente decisão da Cassação n. 17002/2025 que esclarece os limites da responsabilidade penal para quem opera no narcotráfico gerido por associações mafiosas, mesmo sem fazer parte delas diretamente, desde que consciente da ligação com a organização. Uma análise aprofundada para compreender as implicações jurídicas e as estratégias de defesa.
A Corte de Cassação, com a sentença n. 17916 de 2025, esclarece as graves consequências da omissão do interrogatório antecipado nas medidas cautelares pessoais, afirmando a nulidade da ordem e limitando os poderes integrativos do Tribunal de Revisão, em proteção das garantias de defesa.
A Suprema Corte reafirma o princípio da unidade da execução: mesmo quando em recurso se declara a extinção do crime pela morte de um dos arguidos, o juiz de segundo grau permanece competente para decidir em executivis para todos os coarguidos. Analisamos os reflexos práticos da decisão.
A Cassação, com a Sentença n. 14103/2025, esclarece como o juiz de vigilância deve avaliar não apenas a gravidade do crime, mas também o comportamento posterior do detento para autorizar o trabalho externo, equilibrando finalidades reeducativas e exigências de prevenção da reincidência.