Avv. Marco Bianucci
Avv. Marco Bianucci

Advogado de Família

Gestão de litígios sucessórios: para além do conflito familiar

Enfrentar a perda de um pai é um momento doloroso que, infelizmente, muitas vezes coincide com o surgimento de complexos problemas legais relacionados com a gestão do património remanescente. Quando os herdeiros são irmãos, as dinâmicas emocionais preexistentes podem ressurgir, transformando a divisão dos bens num campo de batalha. Como advogado especialista em sucessões em Milão, o Dr. Marco Bianucci compreende que por detrás de cada processo sucessório se escondem histórias familiares delicadas que exigem não só rigor jurídico, mas também uma sensibilidade particular para evitar que os laços se partam irremediavelmente.

A legislação sobre a divisão sucessória e a mediação obrigatória

No nosso ordenamento jurídico, a morte de uma pessoa determina a abertura da sucessão e, no caso de múltiplos herdeiros, estabelece-se automaticamente uma comunhão sucessória. Cada coerdeiro torna-se proprietário de uma quota ideal de todo o património, mas não de bens específicos, situação que frequentemente gera estagnação ou conflitos na gestão de imóveis ou contas bancárias. O código civil, no artigo 713, prevê que cada coerdeiro possa solicitar a divisão a qualquer momento. No entanto, antes de iniciar um processo judicial, a lei italiana impõe uma etapa fundamental: a mediação obrigatória. Trata-se de um procedimento destinado a encontrar um acordo amigável com a ajuda de um organismo terceiro. Esta fase não é uma mera formalidade burocrática, mas representa a oportunidade mais concreta para resolver o litígio em prazos curtos e com custos reduzidos em comparação com um julgamento ordinário.

A abordagem do Escritório de Advocacia Bianucci nas divisões sucessórias

A abordagem do Dr. Marco Bianucci, advogado especialista em sucessões em Milão, distingue-se pela vontade de privilegiar, sempre que possível, a via extrajudicial. A estratégia do escritório, situado na via Alberto da Giussano 26, parte de uma análise meticulosa do acervo sucessório e das quotas de legítima, para depois construir um plano de divisão que respeite os direitos de todos os irmãos envolvidos. O objetivo é transformar o conflito numa negociação técnica e objetiva, removendo as componentes emocionais que frequentemente obstaculizam a racionalidade das decisões. Através de uma negociação firme, mas orientada para o resultado, o escritório trabalha para alcançar acordos divisórios que garantam a satisfação do cliente, evitando as demoras e a incerteza de um litígio em tribunal. Caso a via judicial se torne inevitável, o Dr. Marco Bianucci assegura uma defesa processual rigorosa para a proteção do património do cliente.

Perguntas Frequentes

É sempre obrigatório ir ao notário para dividir a herança?

Se na herança existirem bens imóveis, a intervenção do notário é necessária para formalizar o ato de divisão e proceder às respetivas transcrições nos registos prediais. No caso de a herança ser composta exclusivamente por bens móveis ou dinheiro, é possível proceder com um acordo privado, mantendo sempre a máxima atenção à correção das quotas.

O que acontece se um irmão não quiser vender a casa herdada?

Nenhum herdeiro pode ser obrigado a permanecer em comunhão contra a sua vontade. Se não for encontrado um acordo para a venda a terceiros ou para a atribuição do imóvel a um dos coerdeiros (com liquidação das quotas aos outros), quem tiver interesse pode recorrer ao juiz para solicitar a divisão judicial, que poderá culminar na venda em hasta pública do bem, solução muitas vezes economicamente desvantajosa para todas as partes.

Posso vender a minha quota de herança a uma pessoa estranha?

Sim, a lei permite, mas existe o direito de preferência a favor dos outros coerdeiros (direito de preferência sucessória). Antes de vender a sua quota a um estranho, é obrigatório notificar a proposta de venda aos outros irmãos, os quais têm o direito de ser preferidos em igualdade de condições. Se esta etapa for omitida, os outros herdeiros podem resgatar a quota do comprador.

Quanto tempo dura um processo de divisão sucessória?

Os processos de divisão judicial são dos mais complexos e longos no panorama civil italiano, podendo durar vários anos devido à necessidade de perícias técnicas, avaliações dos bens e relatórios de gestão. Por este motivo, o Dr. Marco Bianucci recomenda e persegue tenazmente o caminho do acordo transacional ou da mediação, que permite resolver a questão em prazos drasticamente inferiores.

Solicite uma avaliação do seu caso

Os litígios entre irmãos por questões sucessórias exigem lucidez e competência técnica para serem resolvidos da melhor forma. Se se encontra numa situação de estagnação ou de conflito sucessório, contacte o Dr. Marco Bianucci para uma avaliação preliminar. O escritório analisará a sua posição para identificar a estratégia mais eficaz para a proteção dos seus interesses patrimoniais e pessoais.